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A Morte Não é Nada – Santo Agostinho

  A Morte Não é Nada – Santo Agostinho A morte não é nada. Eu somente passei para o outro lado do Caminho. Eu sou eu, vocês são vocês. O que eu era para vocês, eu continuarei sendo. Me deem o nome que vocês sempre me deram, falem comigo como vocês sempre fizeram. Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas, eu estou vivendo no mundo do Criador. Não utilizem um tom solene ou triste, continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos. Rezem, sorriam, pensem em mim. Rezem por mim. Que meu nome seja pronunciado como sempre foi, sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou tristeza. A vida significa tudo o que ela sempre significou, o fio não foi cortado. Porque eu estaria fora de seus pensamentos, agora que estou apenas fora de suas vistas? Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do Caminho… Você que aí ficou, siga em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi.  

HUMANO: MAL DENECESSÁRIO - MORENO, Luiz Carlos

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Incongruências ou ironias

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SONHO IMPOSSÍVEL

  SONHO IMPOSSÍVEL Sonhar mais um sonho impossível Lutar quando é fácil ceder Vencer o inimigo invencível Negar quando a regra é vender   Sofrer a tortura implacável Romper a incabível prisão Voar num limite improvável Tocar o inacessível chão   É minha lei, é minha questão Virar esse mundo, cravar esse chão Não me importa saber se é terrível demais Quantas guerras terei que vencer por um pouco de paz   E amanhã, se esse chão que eu beijei For meu leito e perdão Vou saber que valeu delirar e morrer de paixão   E assim, seja lá como for Vai ter fim a infinita aflição E o mundo vai ver uma flor Brotar do impossível chão   Sonhar mais um sonho impossível Lutar quando é fácil ceder. A canção "Sonho Impossível" é uma versão brasileira da música norte-americana "The Impossible Dream", composta originalmente por Mitch Leigh (música) e Joe Darion (letra) para o musical O Homem de La Mancha (1965).   A versão e...

Ter paz

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Futuro - EPICURO

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NÃO MORRA COM SEUS MORTOS

  NÃO MORRA COM SEUS MORTOS. Você sabia que, muitas vezes, as lágrimas que derramamos por quem partiu falam mais da nossa dor do que da deles? Choramos porque sentimos o vazio ao nosso lado, porque acreditamos, num canto da alma, que tudo acabou. Mas não acabou. A morte não é o fim, é apenas um sopro que leva o espírito a outro plano — um lugar onde não existe dor, nem doença, nem as limitações que o corpo impõe. Lá, eles seguem amparados pela luz divina, livres das sombras do mundo material, despertando para a verdadeira vida, aquela que jamais se apaga. Eles não se foram. Apenas mudaram de morada. Habitam o silêncio dos nossos pensamentos, o canto suave da saudade, o eco de cada memória que o coração teima em guardar. Se você os amou em vida, ame-os agora de um jeito ainda mais puro, sem cobranças, sem a dor do apego, apenas com gratidão pelo tempo partilhado.                   ...