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NÃO MORRA COM SEUS MORTOS

  NÃO MORRA COM SEUS MORTOS. Você sabia que, muitas vezes, as lágrimas que derramamos por quem partiu falam mais da nossa dor do que da deles? Choramos porque sentimos o vazio ao nosso lado, porque acreditamos, num canto da alma, que tudo acabou. Mas não acabou. A morte não é o fim, é apenas um sopro que leva o espírito a outro plano — um lugar onde não existe dor, nem doença, nem as limitações que o corpo impõe. Lá, eles seguem amparados pela luz divina, livres das sombras do mundo material, despertando para a verdadeira vida, aquela que jamais se apaga. Eles não se foram. Apenas mudaram de morada. Habitam o silêncio dos nossos pensamentos, o canto suave da saudade, o eco de cada memória que o coração teima em guardar. Se você os amou em vida, ame-os agora de um jeito ainda mais puro, sem cobranças, sem a dor do apego, apenas com gratidão pelo tempo partilhado.                   ...

Alma minha gentil - LUÍS DE CAMÕES

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Desgosto - JUDY TATELBAUM

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Dor

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DE ANIMA - ARISTÓTELES - anotações de leitura

 ARISTÓTELES (384 a.C. - 322 a.C.). De Anima. - São Paulo: ed. 34, 2006. [1] Além de estar na origem da psicologia como disciplina teórica, o tratado de Aristóteles tem, laços ancestrais com a biologia. E, de fato, voltou à cena no debate contemporâneo sobre o problema mente-corpo, que estimulou significativa parte da pesquisa em filosofia antiga sobre o De Anima. Por isso a herança de Aristóteles tem sido pleiteada por mais de uma corrente filosófica. [2] No que concerne ao exame da alma como princípio dos desejos, pensamentos e ações do homem, De Anima é também relevante para a ética. No tratado, além de apresentar parâmetros gerais da complexa relação entre a razão e a vontade na conduta, Aristóteles levanta o problema da escola intertemporal. p. 17 - Introdução da tradutora: MARIA CECÍLIA GOMES DOS REIS

Como você está? - MORENO, Luiz Carlos

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YIN YANG

  YIN, YANG As forças complementares e opostas que compõem a dinâmica do universo. YIN, YANG, metáforas usadas na tradição clássica da filosofia chinesa para expressar contraste e diferença. Originalmente designavam o lado sombreado e o lado ensolarado de uma colina, e gradativamente passaram a sugerir a maneira como uma coisa "obscurece", "ensombreia" outra sob algum aspecto particular do seu relacionamento. Yin e yang não são "princípios" ou "essências" que ajudam a classificar as coisas; são, antes, categorias explicativas ad hoc, que se referem a relações e interações entre coisas concretas imediatas do mundo. Yin e yang sempre descrevem as relações que são constitutivas de particulares únicos e oferecem um vocabulário para "ler" as distinções que há entre eles. A natureza complementar da oposição captada nesse pareamento expressa a reciprocidade, interdependência, diversidade e eficácia criativa das relações dinâmicas que...