FELICIDADE - GEORGE WILLIAM JOSEPH STOCK
Todos os gregos concordaram que havia um fim ou objetivo de
vida, e que
isso deveria ser chamado de "felicidade", mas
nesse assunto a concordância
terminava. Quanto à natureza da felicidade, havia a maior
variedade de opiniões.
DEMÓCRITO DE ABDERA (460 a.C. - 370 a.C.) afirmava
que consistia na serenidade mental;
ANAXÁGORAS CLAZÔMENAS (500 a.C. – 428 a.C.) em
especulação;
SÓCRATES (470 a.C.- 399 a.C.) em sabedoria;
ARISTÓTELES (384 a.C. - 322 a.C.) na prática da
virtude com alguma quantidade de favor da Fortuna;
ARISTIPO DE CIRENE (435 a.C. – 356 a.C.) simplesmente
em prazer.
ZENÃO DE CÍTIO (333 a.C. – 263 a.C.) que o fim
era "viver consistentemente", a implicação, sem dúvida, de que
nenhuma vida, a não ser a vida sem paixão pela razão, poderia finalmente ser
consistente consigo mesma.
CLEANTES DE ASSOS (331 a.C. — a.C. 232 a.C.) o seu
sucessor imediato na escola, é creditado por ter acrescentado as palavras
"à natureza", completando assim a famosa fórmula estoica de que o fim
supremo é "viver de acordo com a natureza".
Fonte:
St. George William Joseph Stock (1850 – 1921) Estoicismo, Guia Definitivo – Montecristo
Editora, 2020.
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