FILOSOFIA ORGANIZACIONAL - BIBLIOGRAFIA

 

FILOSOFIA ORGANIZACIONAL:

 FILOSOFIA ORGANIZACIONAL

 

Ou como empregar algumas das idéias mais geniais do pensamento humano nas organizações.

O que os gerentes podem aprender com os filósofos?

 

“A filosofia não deve ser a arte de produzir conhecimento para coisa nenhuma. Todo conhecimento deve estar voltado para a melhora da vida de todas as pessoas”. (Naidison Quintella Baptista).

 

“O sofrimento não é causado pelo grau de competitividade presente no mundo, mas pela falta de ética, pela falta de respeito à vida, ao corpo, à natureza, às pessoas. (Viviane Mosé)

 

“Nas organizações, a filosofia permitirá ponte segura entre o real, palpável, e o mundo das idéias”.

 

Podemos entender a filosofia organizacional como a possibilidade de oferecer às pessoas o alcance de dois objetivos, que evidentemente tem como ponto de partida a educação:

1)    Desenvolvimento intelectual capaz de entender, julgar, criar, aprender e crescer.

2)    Proporcionar-lhes nível e estrutura de pensamento (capacidade de análise, crítica e compreensão) e conseqüentemente capacidade de decisão para lidar com as questões concretas que têm na vida profissional.

3)    O que a filosofia tem a ver com a administração de empresas? Desde os séculos VI e V a.C. (pré-socráticos) os pensadores não ensinaram a administrar empresas. Mas contribuíram para uma visão do cosmos (hoje se diz ‘globalização’), passando do mito para a polis, mundo urbano e pensamento racional. Administrar organizações é muito mais do que conhecer e ser capaz de aplicar regras e técnicas. É ser capaz de pensar, decidir e agir. E como as pessoas mudam cada vez mais de emprego e ocupação ao longo de suas vidas, o que prepara para a mudança é essa base sólida.

 

Ainda eu sem essa intenção ou de forma assistemática, as organizações provocam o filosofar, na formulação, elucidação e disseminação das idéias expressas na sua “missão”, nos seus “valores”, nas suas “políticas” e mais recentemente nos seus “códigos de ética” ou “códigos de conduta”. 

 

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