Eternidade da mente - ESPINOSA
Na Ética, parte V, Espinosa argumenta que a mente
humana não pode ser totalmente destruída com o corpo, pois há nela algo que é
eterno.
Essa eternidade não significa a sobrevivência de uma alma
pessoal ou consciente no estilo teológico, mas sim a permanência daquilo que
nossa mente compreendeu sob a espécie da eternidade, integrado ao conhecimento
infinito do universo.
O que permanece é a própria verdade daquilo que pensamos
e fomos.
BARUCH DE ESPINOSA (1632 – 1677).Filósofo holandês. Ética.
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